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Quinta-Feira, 21 de junho de 2018
13-06-2018
Taubaté e Jacareí somam quatro casos de leishmaniose em humanos em 2018

Em Taubaté pacientes com diagnóstico confirmado são criança de sete anos e homem de 46 anos. Em Jacareí a doença foi confirmada em adolescente de 16 anos e idoso de 74 anos

Texto: Portal G1

A Vigilância Epidemiológica confirmou casos de leishmaniose em humanos em Taubaté e Jacareí em 2018. Segundo o órgão, foram dois casos confirmados da doença em cada cidade, todos diagnosticados entre janeiro e abril deste ano. A doença é transmitida por mosquito, após contato do inseto com animais contaminados.

Em Taubaté os pacientes são uma criança de sete anos diagnosticada em fevereiro e um homem de 46 anos, cuja confirmação foi em abril. Os dois receberam tratamento e passam por acompanhamento médico. Na cidade, antes deles, o último caso da doença tinha sido registrado em 2016.

Em Jacareí os pacientes são um idoso de 74 anos diagnosticado em janeiro e uma adolescente de 16 anos diagnosticada em março. Segundo a vigilância eles foram tratados e passam bem.

A leishmaniose é transmitida pela picada do mosquito-palha, e é extremamente perigosa tanto para os seres humanos quanto para os cães. O animal é o hospedeiro e o mosquito, o transmissor. Ele pica o cão infectado e depois pica o humano, transmitindo a doença. Nos humanos, os principais sintomas são febre prolongada e um volume desproporcional na região do abdômen.

Durante os mapeamentos, a Vigilância Epidemiológica de Jacareí diagnosticou ainda dois cachorros infectados pela doença. O órgão ainda aguardando resultados de exames de outros dois animais. Em Taubaté não há casos em animais.

São José

A Prefeitura de São José dos Campos informou que dois animais foram detectados com a doença nos bairros Esplanada e Jardim das Indústrias. Um deles teve que ser sacrificado. Além disso, a prefeitura tem feito ações de bloqueio nas regiões onde foram identificados casos.

Para combater o mosquito transmissor da doença, causador da infecção entre humanos, a principal medida é evitar o acúmulo de lixo. Folhas úmidas, restos de alimentos, fezes de animais e outros materiais inservíveis servem de criadouro para o mosquito.

 
 
             

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