Quarta-Feira, 20 de março de 2019
14-03-2019
Tutores devem se preocupar com a prevenção de doenças renais nos pets

Dia Mundial do Rim: segundo estimativas mundiais, um em cada três gatos e um em cada oito cães apresentarão Doença Renal Crônica

Texto: Assessoria de Comunicação do CRMV-SP

Com frequência cães e gatos chegam aos consultórios e clínicas médico-veterinárias apresentando estágio avançado de Doença Renal Crônica (DRC) e todas as complicações que esse grave problema de saúde acarreta aos pets, em especial aos gatos. Por isso, é primordial que os tutores levem seus animais para exames de rotina com foco na prevenção e diagnóstico precoce.

“Muitos animais chegam com sintomas, que debilitam ainda mais o seu estado geral de saúde, como vômito; diarreia com sangue; ulcerações bucais, que o impedem de se alimentar; e até convulsões”, diz a médica-veterinária Maria Cristina Santos Reiter Timponi, presidente da Comissão das Entidades Veterinárias do Estado de São Paulo do CRMV-SP. Ela explica que esses quadros acontecem devido à alta taxa de creatinina no sangue, que sobe porque os rins não estão filtrando como deveriam.

Gatos são mais suscetíveis

O médico-veterinário e presidente do Colégio Brasileiro de Nefrologia Veterinária, Luciano Henrique Giovanini, comenta que a prevalência mundial de DRC é maior entre os gatos.

“Há estudos que demonstram que um em cada três gatos apresentará a doença”, diz o médico-veterinário. Já entre os cães, essa prevalência é de um em cada oito cães, o que também é uma incidência considera alta.

Previna seu pet

Para evitar que seu pet seja uma das vítimas de DRC, a dica dos médicos-veterinários é de que haja um controle anual, com exames simples, incluindo coleta de urina tipo I. Assim, qualquer alteração que sinalize problemas renais poderá ser detectada no início.

“Além de evitar que o pet sofra, é infinitamente mais barato do que o valor de tratamentos para um doente renal crônico”, enfatiza a Cristina Timponi. Segundo ela, com frequência os problemas renais são silenciosos. Por outro lado, muitas vezes um sintoma da doença é o aumento da frequência e quantidade de urina, o que os tutores costumam considerar positivo, entendendo, erroneamente, que esse seria um sinal de que os rins funcionam bem.

A médica-veterinária destaca também o risco de entrada de bactérias que se alojam nos rins a partir de problemas bucais. Por isso, manter a limpeza de tártaros do seu peludo em dia é de extrema importância.

 
 
             

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