Sabado, 25 de maio de 2019
16-04-2019
Sem cabeça e sem qualidade! Pesquisa da PUC Minas aponta fraude em produtos de bacalhau processado

Fonte: Portal Sou BH

Uma pesquisa feita por um grupo de pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) apontou, em 2017, que 41% dos bacalhaus vendidos em produtos processados no Brasil, como bolinhos e empadas, não são feitos totalmente da espécie.

A pesquisa, feita em colaboração com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), mostrou que parte dos produtos tinham bacalhau misturado com até três espécies diferentes, de menor valor comercial, como merluza, tilápia e pescada. Foram analisadas 255 amostras confiscadas por fiscais do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (Lanagro) em supermercados, restaurantes e peixarias de 14 estados brasileiros, inclusive Minas Gerais.

A verificação é feita em parceria com os alunos da universidade, que fazem a análise do DNA do peixe para comprovar qual é sua origem real. "No Brasil, para ser vendido como bacalhau são somente três espécies: Gadus Macrocephalus, Gadus Morhua e o Gadus Ogac. Outras espécies devem ser vendidas como peixe salgado seco, que é mais barato", comenta Daniel Cardoso, professor de pós-graduação de biologia de vertebrados.

Fiscalização

A região com maior número de fraudes é o Sul, seguida pela Centro-Oeste, Nordeste, Sudeste e Norte. Após a constatação da fraude, o governo federal multou as empresas que estavam vendendo produtos rotulados erroneamente.

 
 
             

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